domingo, 26 de agosto de 2012

Fátima celebra título de Basílica à Igreja da Santíssima Trindade


Da Redação, com Santuário de Fátima


Site do Santuário
Igreja da Santíssima Trindade, em Fátima, Portugal
Neste domingo, 26, o Santuário de Fátima, em Portugal, irá celebrar uma Missa solene de ação de graças pela atribuição do título de Basílica à igreja da Santíssima Trindade. A celebração oficial acontecerá na nova basílica às 15h (hora local).

Presidida pelo bispo de Leiria-Fátima, Dom António Marto, a celebração solene em ação de graças será ocasião para os fiéis manifestarem sua satisfação pela atribuição do título à Igreja da Santíssima Trindade, recebido com o decreto do dia 19 de junho deste ano.

decreto de concessão do título, assinado pelo Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, cardeal Antonio Cañizares Llovera, será lido durante a celebração.

Sobre o Santuário

A intenção de construir uma nova igreja surgiu em 1973, quando o Santuário de Fátima constatou a falta de um espaço para acolher os peregrinos das assembleias dominicais e de outros dias de média afluência. A ideia esteve em maturação durante cerca de duas décadas, até que, em 1998, foi elaborado um programa para a construção.

O projeto de arquitetura é do arquiteto grego Alexandre Tombasis.  A obra foi iniciada em fevereiro de 2004.

A dedicação da Igreja da Santíssima Trindade aconteceu no dia 12 de outubro de 2007, em celebração presidida pelo Cardeal Tarcisio Bertone.

Várias razões contribuíram para que o templo fosse dedicado à Santíssima Trindade: as aparições do Anjo da Paz, com o seu insistente convite à adoração a Deus, Santíssima Trindade; as palavras do Papa João Paulo II que, na sua primeira visita a Fátima, elevou a sua ação de graças à Santíssima Trindade e o Jubileu do Ano 2000, também dedicado à Santíssima Trindade. A bênção da Primeira Pedra, oferecida pelo Papa João Paulo II, teve lugar a 6 de junho de 2004, dia da Santíssima Trindade.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

SEM DEUS, O MUNDO SÓ PODE PIORAR" - PAPA BENTO XVI


Castel Gandolfo (RV) - Como já é tradição no dia 15 de agosto, Bento XVI deixou esta manhã a residência de Castel Gandolfo, onde descansa no verão – e foi à Paróquia de Santo Tomás de Vilanova, para presidir a missa da celebração da Assunção da Beata Virgem Maria.

O Papa foi acolhido com entusiasmo por um grupo de cidadãos e turistas da pequena cidade. Participaram da missa seu irmão Mons. Georg Ratzinger, o Secretário de Estado, Cardeal Tarcisio Bertone, os Cardeais Giuseppe Bertello e Domenico Calcagno, Prefeito e Regente da Casa Pontifícia, Dom James Harvey, Padre Leonardo Sapienza, o bispo de Albano, Dom Marcello Semeraro, e o pároco de Castel Gandolfo, Pe. Pietro Diletti.

O Papa iniciou a homilia explicando o significado do dogma proclamado em 1950 por Pio XII: “A Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celestial”. O dogma se tornou um “ato de louvor e exaltação”, o ato de proclamação da Assunta foi visto como uma “liturgia da fé”.

Citando o Magnificat, Bento XVI afirmou que o louvor a Virgem, Mãe de Deus, é da Igreja de todos os tempos e todos os lugares. “É um dever e um compromisso da comunidade cristã de todas as gerações”.

“Por que Maria é glorificada com a assunção ao céu?” – perguntou o Pontífice, respondendo que Ela viveu fielmente e guardou no seu íntimo as palavras de Deus a seu povo e as promessas feitas aos apóstolos. No Magnificat, a Palavra de Deus era a Palavra de Maria, luz de seu caminho.

Na leitura de hoje, do livro de Samuel, o evangelista faz um paralelo: Maria, que tem em seu ventre Jesus, é a Arca Santa que traz em si a presença daquele que é fonte de consolação, de alegria plena: “Maria é a ‘visita’ de Deus que traz alegria”. Também Lucas o diz explicitamente: “Bendito seja o Senhor, porque visitou e redimiu seu povo” - lembrou Bento XVI, falando aos paroquianos.

Improvisando, o Papa disse que por ser unida a Deus, “Maria está muito perto de cada um de nós; seu coração é grande, Ela pode ouvir e nos ajudar. Esta presença de Deus em nós é importante para iluminar as tristezas e os problemas do mundo”. 

Bento XVI exortou os fiéis a abrirem o seu ser a Deus, para que “Ele possa entrar em nós e ser a força que dá a vida”. “Hoje – acrescentou – muitos esperam um mundo melhor, mas não se sabe quando este mundo melhor vai chegar. O certo é que um mundo que se afasta de Deus só pode piorar”. 

Terminando a homilia, o Papa disse que é preciso confiar na materna intercessão de Maria, para que o Senhor reforce a fé na vida eterna e nos ajude a viver bem o tempo que Deus nos oferece com esperança.
 
Em entrevista concedida à RV, Mons. Aparecido Gonçalves de Almeida, vice-secretário do Pontifício Conselho para os Textos Legislativos, fala sobre a festividade e a sua dimensão no Brasil.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

CERCO DE JERICÓ




Você, nosso sócio benfeitor, e você participante de nosso

grupo de oração e todos os que sintam necessidade de

 intercederem por alguma intenção particular e pela

restauração das famílias venham participar desta graça.

Explicação sobre Cerco de Jerció dia 19/07, quinta-feira, no

grupo de oração. Teremos Santa Missa todos os dias às

11:00 horas e uma programação que edificará as suas

orações.



Todos estão convidados a participar deste clamor, desta

súplica a Deus pela libertação de nossas vidas, pelas vidas

dos mais necessitados e dos nossos entes.



Rua General Carneiro - 378 - Centro ( próximo a linha

férrea, próximo ao Coteminas)

(38) 3221-2793

santissimatrindadecercojerico@gmail.com

quinta-feira, 12 de julho de 2012

PROGRAMA DE CURA - 2º SEMESTRE


Jesus tomou de novo a barca, passou o lago e veio para a sua cidade. Eis que lhe apresentaram um paralítico estendido numa padiola. Jesus, vendo a fé daquele gente disse ao paralítico: "Meu filho, coragem! Teus pecados te são perdoados." Ouvindo isto, alguns escribas murmuraram entre si: "Este homem blasfema." Jesus, penetrando-lhes os pensamentos, perguntou-lhes: "Por que pensais mal em vossos corações? Que é mais fácil dizer: Teus pecados te são perdoados, ou: Levanta-te e anda? Ora, para que saibais que o Filho do homem tem na terra o poder de perdoar os pecados: Levanta-te - disse ele ao paralítico -, toma a tua maca e volta para tua casa." Levantou-se aquele homem e foi para sua casa. Vendo isto, a multidão encheu-se de medo e glorificou a Deus por ter dado tal poder aos homens. (Mateus 9, 1-8)


E nós, há quanto tempo estamos paralisados em uma situação do passado? Ou em uma culpa, remorso, arrependimento, dor, angústia ou desespero? Estamos vendo a vida passando e ainda não saímos do que nos aflige? Por isso,  procuremos ajuda ou que ajudemos alguém a encontrar a cura e libertação em situações que são impossíveis humanamente de resolver. Precisamos CRER! Precisamos reconhecer que somos limitados e depositar todo o sofrimento aos pés de Jesus Cristo, para que Ele nos transforme, cure e liberte. 


Portanto, convidamos você que se encontra paralisado a trazer sua padiola (ou a de alguém que lhe é muito querido) aos pés de Cristo e esperar a graça acontecer. Venha participar do programa de Cura interior, que iniciará com o retiro nos dias 25 e 26 de agosto, depois com acompanhamento uma vez na semana (a marcar o horário de preferência) até o mês de dezembro. 

Maiores informações na sede da Comunidade à rua General Carneiro, 378 - Centro. Contato: (38) 3221-2793.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

O SENTIMENTO QUE SURPREENDE



Publicado em 01/07/2012 por Padre Gledson Eduardo de Miranda Assis

Não podemos deixar de nos surpreender com a misericórdia. Ela é, ao mesmo tempo, humilde e poderosa. Sua linguagem é extraordinária, porque fala da gratuidade absoluta. Uma linguagem difícil de interpretar com estereótipos humanos, ainda que a etimologia da palavra remeta a duas realidades muito presentes em nossa condição humana: miséria e coração. Só mesmo a certeza de um amor misericordioso, que vem de Deus e nos é apresentado, sobretudo pela Sua Palavra e pelos Sacramentos - que não decepcionam e que vão além de qualquer expectativa - é que nos permite confiar nessa realidade celestial e abandonarmo-nos a ela.

A misericórdia não é uma mercadoria ou um meio de troca, nem é mensurável. Não tem limites nem preço. Não há com que pagá-la. Ela é gratuita e seu verdadeiro sentido se dá quando feita de forma despretensiosa. Seu prêmio é a própria misericórdia enquanto bem-aventurança do ser e do amar, numa harmonia interior que envolve a plenitude do corpo e da alma, num sentimento que se traduz na capacidade de se fazer acolhida, dom e partilha.

No dilema existente entre razão e emoção, a humanidade deve sempre perceber que não há oposição entre ambas, mas sim uma relação de complementaridade e até mesmo de reciprocidade que as envolve. Noutras palavras, a humanidade deve sempre estar em busca de um “meio termo”. É isso que decidirá sobre o futuro da humanidade, e não poderá começar da exterioridade, mas sim da interioridade do espírito humano. Quem ama com amor misericordioso sabe que tal experiência lhe é concedida porque antes ele próprio havia sido amado desse modo. Somente tendo antes em nós mesmos uma autêntica atitude de misericórdia poderemos tornar-nos fontes de misericórdia para o mundo. Em síntese, o único modo de ter misericórdia é ser misericórdia.

No relacionamento com o mundo, a misericórdia nos faz enxergar a realidade “a partir de baixo”, traduzindo-se no olhar atento e no coração sensível para com aqueles que se encontram à margem da sociedade, ou que simplesmente “não contam”. A pessoa dotada de compaixão-misericórdia não fica numa posição de neutralidade, mas procura engajar-se efetivamente na busca de uma ordem social mais justa e fraterna. Só se conhece melhor o que é o Reino de Deus quando se procura construí-lo. Reagir com misericórdia significa trabalhar pela justiça, colocando ao seu serviço todas as nossas capacidades humanas, intelectuais, afetivas, religiosas, científicas e tecnológicas.

Destarte, a misericórdia torna-se uma atitude fundamental que não está só no início do processo humano, mas que configura todo o processo posterior de humanização, enquanto princípio fundante. A misericórdia não perdoa porque esquece, mas esquece porque realmente consegue perdoar. Só se conhece melhor o que é o pecado quando se procura erradicá-lo. Por isso podemos dizer que nunca haverá libertação sem a dimensão de perdão e de misericórdia que o coração simboliza. Todos somos chamados, portanto, a frequentar a “escola da misericórdia”, enriquecendo-nos reciprocamente com os dons que trazemos conosco, e empenhando-nos a construir juntos uma autêntica “civilização compassivo-misericordiosa”.

Com tudo isso podemos realmente afirmar que a compaixão-misericórdia, enquanto fruto do amor, constitui o coração da espiritualidade cristã, que deve ser iminentemente humanizadora e humanizante. É a vivência dessa compaixão-misericórdia que humaniza a pessoa em profundidade. E parafraseando 1 Cor 13, podemos dizer que a misericórdia nunca acabará, porque tem o mesmo carisma do amor/caridade. Tudo o que somos, todo o amor que vivemos e toda a compaixão que manifestamos em resposta ao Deus de Misericórdia permanecerá para sempre, como um dom que doamos porque também nos foi doado, e que o Pai nos dará novamente de maneira infinita e transfigurada na plenitude da vida.
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Padre Gledson Eduardo de Miranda Assis

Padre Gledson Eduardo de Miranda Assis

É sacerdote da Arquidiocese de Montes Claros ordenado ao lado dos colegas Antônio Teixeira e Édson José dos Santos no dia 12 de dezembro de 2009, na igreja matriz da Paróquia Nossa Senhora Rosa Mística de Montes Claros, e sob a imposição das mãos do arcebispo metropolitano dom José Alberto Moura. Sua Ordenação Diaconal aconteceu em 31 de julho de 2009, também presidida por dom José Alberto Moura, só que na igreja matriz da Paróquia Nossa Senhora de Fátima de MOC. Gledson é formado em Filosofia pela Faculdade Arquidiocesana de Mariana (FAM) e em Teologia pelo Seminário Maior Imaculado Coração de Maria de MOC. Como seminarista, fez trabalho pastoral na Paróquia São Sebastião de Taiobeiras e na Paróquia Santos Reis de MOC. Foi vigário da Paróquia São Sebastião de MOC e agora está na Paróquia Nossa Senhora da Consolação de MOC. É o atual coordenador arquidiocesano do Setor Juventude. Nasceu em 28 de dezembro de 1980 em Cipotânea, Minas Gerais. É colaborador do jornal "Clarão do Norte" desde agosto de 2008. Seu e-mail é gledsoneduardo@yahoo.com.br.  

terça-feira, 3 de julho de 2012

ENEAGRAMA

Nos dias 02 e 03/07, aconteceu na sede da Comunidade Santíssima Trindade, o curso do Eneagrama, promovido pelas Carmelitas Seculares, através do Psicólogo e Terapeuta espanhol, Eduardo Lallana, acompanhado de sua esposa e também terapeuta, Chiaro. 

Este curso teve por objetivos principais: - o auto-conhecimento e auto-aceitação; além de promover o caminho de crescimento psicoespiritual, com a superação das paixões (ou seja, instintos impulsivos que descontrolam o equilíbrio emocional).

Posso dizer apenas que é difícil descobrir-se sem as máscaras tantas vezes criadas como representações distorcidas do verdadeiro "eu", principalmente, quando ficamos em frente a defeitos, manias, comportamentos e atitudes que nos fazem estar mal conosco e com quem amamos. Assim, minha expectativa em relação ao eneagrama é o de encontrar meu equilíbrio interior, para assim ser um instrumento eficaz nas mãos de Deus.

Assim, deixo aqui postadas fotos do nosso primeiro encontro.
















O eneagrama serve para "se dar conta do que não é para chegar ao ser que é" (Tony de Melo)

Escrito por Cristiane Queiroz Duarte - Membro da CST

domingo, 1 de julho de 2012

ACONTECEU NO RETIRO "CURA ENTRE GERAÇÕES"

Nos dias 30/06 e 01/07, realizamos na sede da Comunidade Santíssima Trindade, o retiro de "Cura entre Gerações", fechamento do programa de cura interior do 1º semestre. Foram muitas bênçãos, cura e libertação alcançadas. 

Mas, o principal mesmo foi a formação e evangelização proporcionada aos participantes, pelos membros da comunidade, que esclareceram a importância de se assumir as próprias responsabilidades em relação aos males que sofremos em consequência de pecados cometidos ou de maldições proferidas contra ou por nós.

Ao final, tivemos a celebração da Santa Missa pelo Frei Antônio, da Paróquia São Judas, que nos edificou sobre os dois grandes pilares da Igreja, São Pedro e São Paulo, além de nos lembrar que hoje se comemora também o dia do Papa. (Que Deus abençoe o nosso pontífice Bento XVI)

A seguir alguns flashes do retiro.



Mônica, nossa amada co-fundadora, deu início com a pregação, explicando sobre a importância da cura interior para sermos pessoas felizes e centradas. Para isto, nos lembrou da passagem de Marcos 8, 22-26 (onde um cego foi curado por Jesus - primeiramente este cego passou a ver as coisas de maneira distorcida, sendo novamente tocado por Cristo, e só assim sendo curado definitivamente, porém foi proibido de voltar a conviver com a situação antiga, por isso não deveria nem passar pela aldeia). E sobre a permanência no estado de pecado, exortou sobre a importância de mudança de atitude, evocando para isto Eclesiástico 17, 21 ("Converte-te ao Senhor, abandona os teus pecados").  




Logo após conduziu uma oração de cura interior, que proporcionou a todos o contato com o amor misericordioso de Jesus. É só experienciando o momento para compreender o que foi este momento para todos. Que Nosso Senhor Jesus Cristo, com sua Mãe Santíssima, continue a abençoar Mônica, esta serva fiel de Deus.



Depois de um breve momento de confraternização, a hora do café, pudemos ser instruídos através da pregação de Francisco, membro de aliança da CST.

"Toda a cura já está realizada no Sangue de Jesus", nos afirmou Francisco, acrescentando que "a cura só acontece pela nossa conversão, pelo nosso caminhar e decisão."

Com sua simplicidade ele nos levou a compreender através de passagens bíblicas a relação entre: pecado, doença, perdão e cura, Lucas 1, 77: "para dar ao seu povo conhecer a salvação, pelo perdão dos pecados." 

Consulte as passagens postadas sobre o que nos impede muitas vezes em alcançarmos a cura (contaminação espiritual, blasfêmia, injúria, murmuração contra Deus ou a autoridade instituída por Ele; idolatrias, falta de caridade, amaldiçoar o próximo, negligenciar na educação dos filhos, perseguição aos servos de Deus).







Para o encerramento do dia, tivemos a oração conduzida por nosso querido e amado fundador, João Júnior. Momento de muita espiritualidade, motivo pelo qual palavras não poderão traduzir nossa experiência deste momento.




                                              DIA 01/07



Começamos o dia, confraternizando e partilhando um delicioso café da manhã, logo após fomos ao centro de evangelização da CST, para continuarmos nosso processo de cura e compreendermos mais sobre o assunto.


A palestra foi ministrada por Francisco, que em continuidade ao dia anterior nos ensinou sobre a importância de fazermos o que nos diz Jesus em Lucas 6, 28: "abençoai os que vos maldizem e orai pelos que vos injuriam."

O que nos livra da maldição? "Isso depende das defesas morais e espirituais da pessoa. Se estiver vivendo uma vida de retidão e fidelidade a Deus, não haverá mal que o atingirá, porque Deus não permitirá." Em Gálatas 3, 13 tem: "Cristo remiu-nos da maldição da Lei, fazendo-se por nós maldição, pois está escrito: Maldito todo aquele que é suspenso no madeiro. Assim a bênção de Abraão se estende aos gentios, em Cristo Jesus, e pela fé recebemos o Espírito prometido."


Fontes de maldição

1ª - Vinda da parte de Deus, por nos afastarmos Dele. 

É importante lembrar que Deus não amaldiçoa, porque Ele é amor e é inacessível ao mal, mas aqui esta primeira fonte, nos mostra a auto-maldição que nos infligimos pela falta da graça divina, quando nos distanciamos da presença de Deus, quer seja pela autossuficiência ou pela indiferença ao amor divino. 

2ª - Por forças satânicas e malefícios feitos por alguém para nos prejudicar, através de trabalhos de macumba, vodu, etc.

3ª - Maldição proferida por parte dos consagrados de Deus. 


4ª - Por quem tem autoridade relacional (pai, mãe). 

5ª - Pessoas que foram ofendidas ou prejudicadas por nós.

6ª - Auto-maldição e voto secreto. 

7ª - Maldição contra o próximo. 


Em toda a pregação, Francisco deixou bem claro que ao amaldiçoarmos o próximo, somos os primeiros a sofrer. 

Para se livrar da maldição, devemos primeiramente nos arrepender verdadeiramente, convertermos através de novas atitudes, abandonando assim o pecado; confessarmos e frequentarmos a eucaristia, porque ao recebermos Cristo em nós, aceitamos a cura e o verdadeiro amor que liberta.